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27/08/2012

Minha Casa Minha Vida: 1 milhão de moradias construídas

"Investir em moradia digna para a população é investir na proteção e na segurança das famílias "

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O programa Minha Casa Minha Vida já construiu 1 milhão de moradias em todo o país, beneficiando famílias que recebem até R$ 5.000,00 por mês. Segundo a presidenta Dilma Rousseff, o governo vai investir R$ 150 bilhões até 2014 para atingir a meta de contratar a construção 2,4 milhões de casas e apartamentos. Além de realizar o sonho da casa própria, o Minha Casa Minha Vida está fazendo a roda da economia girar.

Transcrição

Apresentador: Olá, bom dia! Eu sou o Luciano Seixas e estou aqui para mais um Café com a Presidenta Dilma. Bom dia, presidenta!

Presidenta: Bom dia, Luciano! E um bom dia aos nossos ouvintes que nos acompanham aqui no Café hoje!

Apresentador: Presidenta, hoje, eu queria falar com a senhora sobre o Minha Casa Minha Vida. A senhora tem uma boa notícia para os nossos ouvintes, não é mesmo?

Presidenta: Ah, tenho sim, Luciano. A notícia que eu tenho é ótima. Eu quero contar para os nossos ouvintes que nós chegamos, agora em agosto de 2012, à marca de 1 milhão de casas e apartamentos construídos pelo Minha Casa Minha Vida. É isso mesmo, Luciano, 1 milhão de moradias estão prontas e vão garantir que milhões de famílias brasileiras realizem o sonho da casa própria. Sabe, Luciano, nós estamos construindo 3,4 milhões de moradias: 1 milhão foram contratadas no governo do presidente Lula, e 2,4 milhões estão sendo contratadas no meu governo. Do início de 2011 até agosto de 2012, nós contratamos 860 mil novas moradias do Minha Casa Minha Vida. E por isso eu posso te dizer, Luciano, nós vamos atingir a meta de contratar 2,4 milhões de moradias até 2014. Olha, Luciano, o Minha Casa Minha Vida é uma das nossas prioridades, porque o Minha Casa Minha Vida está garantindo moradia digna às famílias brasileiras que nunca tiveram a chance de comprar a casa própria. Investir em moradia digna para a população, Luciano, é investir na proteção e na segurança das famílias. A casa própria contribui para que as famílias tenham uma vida melhor, para que as crianças e os jovens se sintam protegidos, para que os laços familiares e as amizades se desenvolvam, para que as famílias construam um lar. Por isso, Luciano, até 2014 nós vamos investir R$ 150 bilhões no Minha Casa Minha Vida.

Apresentador: Presidenta, explica para gente quais famílias podem comprar uma casa pelo Minha Casa Minha Vida.

Presidenta: O programa, Luciano, atende famílias de três faixas de renda. A primeira faixa é para aquelas famílias que recebem até R$ 1.600,00 por mês. Neste caso, o governo paga até 95% do valor do imóvel, e a prestação da casa não pode passar de 5% da renda da família, ou no mínimo, R$ 25,00. A família paga a casa em dez anos. Por exemplo, uma família que tem uma renda de R$ 500,00 por mês e recebe uma casa de R$ 60 mil, vai pagar uma prestação de R$ 25,00 durante dez anos. No final desse período, Luciano, a casa terá custado R$ 3.000,00 para essa família, e o governo terá pago os outros R$ 57 mil. Para as famílias que recebem até R$ 3.100,00, Luciano, a ajuda do governo chega a R$ 23 mil. Nesta segunda faixa, nós ainda entramos com o dinheiro para reduzir os juros e o valor do seguro, usado nos casos de morte, invalidez ou quando a família perde a sua renda por um período. Já para a última faixa, onde estão as famílias que recebem de R$ 3.100,00 a R$ 5.000,00, o governo também paga uma parte do seguro.

Apresentador: O Minha Casa Minha Vida também está melhorando a vida de quem mora em áreas de risco, presidenta?

Presidenta: Está sim, Luciano. O programa está transformando a vida de muitas famílias que viviam nas encostas dos morros, na beira dos córregos ou nas palafitas construídas em cima dos mangues e igarapés. Essas famílias, Luciano, que sofriam com deslizamentos, com enchentes, e muitas vezes tinham suas casas destruídas, hoje são atendidas com prioridade no Minha Casa Minha Vida. Esse foi o caso da Terezinha Vergínio da Silva, lá de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. A Terezinha tem 31 anos e morava com a família no Córrego Prosa. Toda vez que chovia forte, era um Deus nos acuda, a água subia, entrava na casa, e às vezes nem dava tempo de salvar os móveis. Até que em maio deste ano, ela recebeu uma casa do Minha Casa Minha Vida no Residencial Fernanda, em Campo Grande, construído para atender as famílias que, como a da Terezinha, tem uma renda menor que R$ 1.600,00 por mês.

Apresentador: Presidenta, além de realizar sonhos, como o da Terezinha, o Minha Casa Minha Vida também tem ajudado a movimentar a economia, não é?

Presidenta: É sim, Luciano. Imagine que toda casa, para ser construída, precisa de cimento, de tijolo, areia, fios, torneiras, cerâmica, tinta e outros materiais. Para fornecer esses materiais, as indústrias de todo o país tem de contratar mais trabalhadores e aumentar a produção de suas fábricas. Isso sem contar que na construção de todas essas casas muitos empregos são gerados diretamente. Assim, Luciano, é que o Minha Casa Minha Vida ajuda toda a população do Brasil, porque faz a roda da economia brasileira girar.

Apresentador: Presidenta, o Minha Casa Minha Vida caiu mesmo no gosto do povo. Agora, infelizmente, o nosso tempo chegou ao fim, e vamos ficando por aqui.

Presidenta: Obrigada, Luciano, pela companhia e um bom dia para você e para os nossos ouvintes. Até a semana que vem.

Apresentador: Você que nos ouve pode acessar este programa na internet. O endereço é www.cafe.ebc.com.br. Nós voltamos na próxima segunda-feira. Até lá!